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REFLEXIONES Y DEBATES
La flora nativa como el bien común de los apicultores del noroeste de Córdoba. Desafíos para su gestión
Número 221 / Año 2017 / Por Barreda, Miguel - Barberena, Clemencia - Molina Ortiz, Sara - Ledesma, Sandra
La apicultura en el noroeste de la provincia de Córdoba depende de la flora nativa y los apicultores familiares dependen de su capacidad de asociarse. Ambos conceptos van de la mano y ha sido el camino recorrido por los apicultores de la región al fundar cooperativas y al trabajar arduamente para preservar ese bien común. El objetivo de este artículo es analizar el vínculo existente entre el modelo de gestión colectivo que se desarrolló en la zona para agregar valor mediante la caracterización de las mieles y su posterior comercialización, y la defensa y preservación de la flora nativa de la región así como los desafíos para que este proceso sea de sinergia. Los procesos temporales y de actividades que se describen se pueden explicitar en tres fases. La formación de referentes, la formación de cooperativas y el fortalecimiento del entramado territorial apícola. Finalmente, a modo de conclusión, proponemos algunas estrategias técnicas, metodológicas y organizativas tales como el manejo integral del monte nativo, el ordenamiento territorial, el asociativismo y cooperativismo, los espacios multiactorales, el trabajo interinstitucional territorial y articulación publica privada, entre otros, como herramientas que contribuyen a que esta actividad sea sustentable en el tiempo y los productores mejoren su calidad de vida.
"The native flora as the common good of the bee-keepers of the northwest of the province of Córdoba. Management challenges". Bee-keeping in the northwest of the province of Córdoba depends on the native flora, and local family bee-keepers depend on their own ability to group themselves together. Both concepts go hand in hand and illustrate the path taken by the bee-keepers of the region when they created cooperatives and started to work hard to keep that common good. The purpose of this article is to analyze the collective management model that was developed in the area in order to add value to the work by means of the characterization of the different types of honey which are then sold, and the defense and preservation of the native flora of the region, as well as the challenges that they face to make it a synergistic process. The time and activity processes described here can be explained in three stages: the creation of guidelines, the creation of co-operatives and the strengthening of the land network for bee-keeping. Finally, and as a conclusion, we propose some technical, methodological, and organizational strategies, such as the general management of the native forest, spatial planning, associativism and co-operativism, multi-actor spaces, territorial inter-institutional work, and public-private articulation, among others, as tools that can help bee-keeping become a sustainable activity in time, and also improve bee-keeper’s quality of life.
"A flora nativa como bem comum dos apicultores do noroeste de Córdoba. Desafios para a gestão". A apicultura no noroeste da província de Córdoba depende da flora nativa e os apicultores familiares dependem de sua capacidade de se associarem. Ambos os conceitos vão de mãos dadas e esse foi o caminho percorrido pelos apicultores da região com a fundação das cooperativas e o trabalho árduo para preservar esse bem comum. O objetivo deste artigo é analisar o vínculo que existe entre o modelo coletivo de gestão implementado na zona para agregar valor por meio da caracterização dos méis e a posterior comercialização, e a defesa e preservação da flora nativa da região bem como os desafios para que este processo seja de sinergia. Os processos temporais e de atividades descritos podem ser explicitados em três fases: a formação de referentes, a formação de cooperativas e o fortalecimento da estrutura territorial apícola. Finalmente, e para concluir, propomos algumas estratégias técnicas, metodológicas e organizativas como o manejo integrado do monte nativo, o ordenamento territorial, o associativismo e o cooperativismo, os espaços com diversos atores, o trabalho interinstitucional territorial e a articulação do setor público e do privado, entre outros, como ferramentas que contribuem para que esta atividade seja sustentável no tempo e os produtores melhorem a qualidade de vida.