revista@idelcoop.org.ar
REFLEXIONES Y DEBATES
¿Qué hacer desde la economía popular ante la situación actual?
Número 224 / Año 2018 / Por Coraggio, José Luis
El artículo contrapone la perspectiva neoliberal de la economía de mercado total con la de la economía social, que destaca la pluralidad de principios de integración social de la economía. Propone el esquema de análisis de una economía mixta con tres sectores: empresarial, público y popular, y destaca a este último por sus funciones y potencial dentro de toda economía real. Ante el embate del proyecto neoconservador, se propone un programa de resistencia a la vez que de desarrollo de un sistema orgánico de economía popular solidaria. Se ilustran los recursos y las alternativas que existen para tal fin, y se destaca la necesidad política de configurar sujetos colectivos democráticos que movilicen recursos y voluntades, con la convicción de que los movimientos sociales son una base para tal fin en tanto expliciten en su agenda de pensamiento y acción un programa como el planteado.
What can popular economy do in the current situation?. This article contrasts the neoliberal perspective of the total market economy with that of the social economy, which highlights the plurality of social integration principles of the economy. It suggests a model of analysis of a mixed economy with three sectors: business, public and popular, and highlights the latter by its functions and potential within any real economy. A resistance program is proposed to face the onslaught of the neo-conservative project, as well as the development of an organic system of popular solidarity economy. The resources and alternatives that exist to that end are explained, and the political need to configure democratic collective subjects that mobilize resources and wills is highlighted, with the conviction that social movements are a basis to achieve such a system, as long as their thoughts and actions explicitly include a program as the one proposed.
O quê fazer partindo da economia popular diante da situação atual?. O artigo contrapõe a perspectiva neoliberal da economia de mercado total a aquela da economia social, na que tem destaque a pluralidade de princípios de integração social da economia. Nessa se propõe o esquema de análises de uma economia mista com três setores: empresarial, público e popular, sobressaindo este último pelas suas funções e potencial dentro de toda a economia real. Diante do embate do projeto neoconservador, propõe-se um programa de resistência e de desenvolvimento tudo junto de um sistema orgânico de economia popular solidária. Apresentam-se os recursos e as alternativas para esses fins, e se destaca a necessidade política de configurar sujeitos coletivos democráticos que movimentem recursos e voluntariado, com a convicção de que os movimentos sociais são a base para tal fim, sempre que seja explicitado na sua agenda de pensamento e ação um programa como o aqui apresentado.