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NORMATIVA
Análisis preliminar de los regímenes de licencias en cooperativas de trabajo
Número 230 / Año 2020 / Por Cholakian, Santiago - Chiesa, Leonardo Alejandro
El presente trabajo, de corte preliminar, se enmarca en un proyecto de investigación del Departamento de Cooperativismo del Centro Cultural de la Cooperación, que tiene como uno de sus objetivos, conocer los regímenes de licencias que deciden para sí los colectivos de trabajadoras autogestionadas y trabajadores autogestionados, en principio conformados en cooperativas de trabajo, y comparar su situación con relación a las y los trabajadoras y trabajadores en relación de dependencia. Dada la relación asociativa entre la cooperativa de trabajo y sus integrantes, donde las condiciones laborales son fijadas por los órganos sociales de la entidad, en última instancia la Asamblea de Asociadas y Asociados, se observa una heterogeneidad en cómo se fijan las licencias hacia dentro de las organizaciones. Por ello, una de las cuestiones que interesa trabajar es la realización de un mapeo -preliminar- de cómo se fijan y gozan las diversas licencias en las cooperativas de trabajo, para encontrar similitudes y diferencias. Por otro lado, esta situación pocas veces se da sin tensiones y conflictos internos, ya que el colectivo debe encontrar un equilibrio entre los derechos que se buscan reconocer mediante las licencias, y el costo que eso implica para la unidad económica, ya que es el mismo colectivo el que debe cubrirlas. En este sentido, se buscará realizar un análisis tanto cuantitativo como cualitativo de cómo se arribó a dichas decisiones. Por último, este trabajo se guía por discusiones que se están dando en el sector de la economía cooperativa, popular y autogestionada, por ejemplo, las que se efectuaron en el Foro Federal que tuvo lugar en Club Atlético Ferrocarril Oeste el pasado 27 de Julio del 2019. Uno de los puntos se refiere al reconocimiento jurídico al trabajador autogestionado como sujeto laboral, con derechos del trabajo y seguridad social en igualdad de condiciones que el resto de la clase trabajadora.
Preliminary analysis of the leaves of absence system in work co-operatives. This preliminary work is part of a research project of the Co-operativism Department of the Centro Cultural de la Cooperación, which has as one of its goals, to know the leaves of absence system that the groups of selfmanaged workers, organized in work co-operatives, choose for themselves, and to compare their situation with that of employees. Given the associative relationship between the work co-operative and its members, where working conditions are set by the entity's social bodies, ultimately, the Assembly of Associates, there is heterogeneity in how leaves of absence are set within the organizations. For this reason, one of the interesting aspects to work on is to carry out a (preliminary) mapping of how the various leaves of absence are established and enjoyed in work co-operatives, to find similarities and differences. On the other hand, this situation rarely occurs without internal tensions and conflicts, since the group must find a balance between the rights that are sought to be recognized through the leaves of absence, and the cost that this implies for the economic unit, since it is the same group that must cover them during the absence. In this sense, an attempt will be made to carry out both a quantitative and qualitative analysis of how these decisions were reached. Finally, this work is guided by discussions that are taking place in the cooperative, popular and self-managed economy sector, for example, those that took place at the Federal Forum held at Club Atlético Ferrocarril Oeste on July 27, 2019. One of the points refers to the legal recognition of the selfmanaged worker as a labor subject, with labor rights and social security on equal terms with the rest of the working class.
Análises preliminar das regulamentações de licenças nas cooperativas de trabalho. O presente trabalho, de corte preliminar, se enquadra em um projeto de pesquisa do Departamento de Cooperativismo do Centro Cultural da Cooperação. Um de seus objetivos é conhecer as regulamentações de licenças determinadas para se mesmos pelo coletivo de trabalhadoras autogeridas e trabalhadores autogeridas, ambos os dois conformados em cooperativas de trabalho, para se compararem com as trabalhadoras e trabalhadores com vínculo empregatício. Dada a relação associativa entre a cooperativa de trabalho e seus integrantes, onde as condições de trabalho são fixadas pelos órgãos sociais da entidade, em última instância, pela Assembleia de Associadas e Associados, há uma heterogeneidade no modo de serem as licenças fixadas dentro das organizações. Por isso, uma das questões que interessa trabalhar é a realização de um mapeamento -preliminar- de como são fixadas e desfrutadas as diversas licenças nas cooperativas de trabalho, para encontrarem similitudes e diferenças. No entanto, essa situação poucas vezes se dá sem tensões e conflitos internos, vez que o coletivo deve encontrar um equilíbrio entre os direitos que se quer reconhecer mediante as licenças e o custo que isso implica para a unidade econômica, pois é o mesmo coletivo que deve financiá-las. Nesse sentido, procurar-se-á realizar uma análise tanto quantitativo como qualitativo de como foram atingidas tais decisões. Por último, este trabalho está guiado por discussões dadas no setor da economia cooperativa, popular e autogerida, por exemplo, as que foram realizadas no Foro Federal que foi realizado no Clube Atlético Ferrocarril Oeste no passado 27 de julho do 2019. Um dos pontos está referido ao reconhecimento jurídico do trabalhador autogerido como sujeito de trabalho, comdireitos trabalhistas e da Previdência Social em igualdade de condições com os restantes empregados da classe trabalhadora